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| Morada | Rua Dr. Bernadino Machado, 1741 | |
| Localidade | Maia | |
| Código Postal | 4475 - 729 Castêlo da Maia | |
| País | Portugal | |
| Telefone | +351 229 822 596 | |
| Contacto | António Barbosa | |
| Website | http://www.markezone.com/sapataria-castelo |


Comentários (2)
Os botins da Rosa se3o masovilhoras, parecem ser de sola de couro, as tipicamente alentejanas. Je1 as que este3o a falar, mais baratas a rondar os 20€, se3o as de sola de borracha.Igualmente caracteredsticas de algumas regif5es, e usadas geralmente como botas de trabalho, ne3o apresentam a mesma qualidade na pele nem nos acabamentos.A introdue7e3o de maquinaria agredcola nos anos 50, com pneus de borracha gerou o aproveitamento desta para a realizae7e3o de solas, reaproveitando um desperdedcio e baixando o custo da mate9ria-prima.Durante mais de 10 anos usei botas dessas, compradas no mercado de c9vora. Compradas no inicio do inverno serviam para fazer todo o inverno, untadas com sebo eram impermee1veis e0 chuva, depois durante vere3o faziam a temporada de escavae7f5es arqueolf3gicas onde eram terrivelmente massacradas ficando com a pele gasta em algumas zonas (sempre encontrei as maneiras mais rocambolescas de escavar), e pronto no inedcio do inverno le1 se repetia o ciclo com a compra de novas botas. Guardo o ultimo par como recordae7e3o.Botins como os da Rosa, tenho-os feitos e0 medida, de salto baixo, com biqueira fina e protectores na frente e no calcanhar, je1 levaram meias-solas duas vezes, e uso-as nos dias da Feira de Castro, bem cale7ada e e preceito como se vestiam ate9 meados do se9culo passado quem ia e0 feira com o melhor fato e de sapatos nos pe9s (que antes andava-se descale7o ou com sapatos/chinelos de ourelo) para ver e ser visto na daltima Grande Feira do Sul (15, 16,17 de Outubro).
Os botins da Rosa se3o masovilhoras, parecem ser de sola de couro, as tipicamente alentejanas. Je1 as que este3o a falar, mais baratas a rondar os 20€, se3o as de sola de borracha.Igualmente caracteredsticas de algumas regif5es, e usadas geralmente como botas de trabalho, ne3o apresentam a mesma qualidade na pele nem nos acabamentos.A introdue7e3o de maquinaria agredcola nos anos 50, com pneus de borracha gerou o aproveitamento desta para a realizae7e3o de solas, reaproveitando um desperdedcio e baixando o custo da mate9ria-prima.Durante mais de 10 anos usei botas dessas, compradas no mercado de c9vora. Compradas no inicio do inverno serviam para fazer todo o inverno, untadas com sebo eram impermee1veis e0 chuva, depois durante vere3o faziam a temporada de escavae7f5es arqueolf3gicas onde eram terrivelmente massacradas ficando com a pele gasta em algumas zonas (sempre encontrei as maneiras mais rocambolescas de escavar), e pronto no inedcio do inverno le1 se repetia o ciclo com a compra de novas botas. Guardo o ultimo par como recordae7e3o.Botins como os da Rosa, tenho-os feitos e0 medida, de salto baixo, com biqueira fina e protectores na frente e no calcanhar, je1 levaram meias-solas duas vezes, e uso-as nos dias da Feira de Castro, bem cale7ada e e preceito como se vestiam ate9 meados do se9culo passado quem ia e0 feira com o melhor fato e de sapatos nos pe9s (que antes andava-se descale7o ou com sapatos/chinelos de ourelo) para ver e ser visto na daltima Grande Feira do Sul (15, 16,17 de Outubro).